TCE-SC - 18 de Março
Servidores do TCE/SC participam de capacitação para avaliar uso de recursos do Fundo de Segurança Pú
(18/3), e faz parte de uma iniciativa coordenada pelo Instituto Rui Barbosa (IRB), com a participação de 21 tribunais de contas estaduais e do Tribunal de Contas do Distrito Federal.
De acordo com dados apresentados no evento, em 2025, foram repassados pelo governo federal R$ 1,2 bilhões, mas somente R$ 102 milhões foram executados por estados e o Distrito Federal. As informações são do Painel “Segurança Transparente”, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
A participação na capacitação é fundamental para garantir o alinhamento conceitual, metodológico e operacional entre os tribunais que irão atuar de forma coordenada na auditoria. Esse trabalho conjunto permite comparar resultados, identificar boas práticas e apontar fragilidades comuns na gestão dos recursos públicos destinados à segurança.
Representam o TCE/SC no evento os auditores fiscais de Controle Externo Rafaela Leão Barreto Viana e Ronald Matos Lopes, da Diretoria de Atividades Especiais (DAE), e Gláucia da Cunha, do Gabinete do Conselheiro Aderson Flores, relator dos processos no TCE/SC relacionados à segurança pública.
O que será avaliado na auditoria
A auditoria operacional nacional tem como objetivo geral verificar se os estados e o Distrito Federal possuem estruturas de governança adequadas para planejar e executar corretamente os recursos do FNSP, que são transferidos de forma direta, no modelo “fundo a fundo – fundo federal para fundo estadual”.
Entre os principais pontos que serão analisados, estão:
- relevância e destinação dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública;
- atuação dos conselhos de segurança pública e dos conselhos gestores dos fundos estaduais;
- compatibilidade dos planos estaduais com as diretrizes da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social;
- possíveis fragilidades nos processos de planejamento, execução, monitoramento, avaliação e transparência;
- capacidade institucional dos estados para gerir e avaliar as ações financiadas com recursos federais.
Próximas etapas
Após a fase de capacitação e planejamento, os tribunais iniciarão a execução das auditorias em seus respectivos estados e no Distrito Federal. Cada tribunal elaborará um relatório próprio, com o diagnóstico da situação local.
Ao final do processo, o TCE/SC apresentará um relatório específico sobre Santa Catarina, enquanto o Instituto Rui Barbosa e a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) divulgarão, de forma consolidada, os resultados alcançados pelos tribunais participantes da auditoria coordenada.
O cronograma divulgado durante o evento no TCE/RJ prevê:
- abril a agosto: execução das fiscalizações, com as atividades de campo;
- setembro a novembro: tratamento dos dados e elaboração dos relatórios;
- dezembro: divulgação dos resultados.
Essa atuação conjunta reforça a importância do trabalho integrado dos tribunais de contas para aprimorar as políticas públicas de segurança em todo o país.
Tribunais de contas participantes da auditoria coordenada
Distrito Federal (TC-DF), Amazonas (TCE-AM), Bahia (TCE-BA), Ceará (TCE-CE), Espírito Santo (TCE-ES), Goiás (TCE-GO), Minas Gerais (TCE-MG), Mato Grosso do Sul (TCE-MS), Mato Grosso (TCE-MT), Pará (TCE-PA), Paraíba (TCE-PB), Pernambuco (TCE-PE), Piauí (TCE-PI), Paraná (TCE-PR), Rio de Janeiro (TCE-RJ), Rio Grande do Norte (TCE-RN), Roraima (TCE-RR), Rio Grande do Sul (TCE-RS), Santa Catarina (TCE/SC), Sergipe (TCE-SE), São Paulo (TCE-SP) e Tocantins (TCE-TO).
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Por: Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina