Arquivo Judiciário completa 41 anos de existência
Seu acervo é um patrimônio histórico singular, com registros que remontam a 1655 e atravessam os séculos XVIII e XIX, tornando-se fonte indispensável para pesquisas sobre a história sergipana. Tal riqueza documental já inspirou inúmeras monografias, dissertações e teses em instituições locais e nacionais.
Mais do que um espaço de memória, o Arquivo é um serviço essencial à cidadania. Diariamente, pesquisadores, estudantes, advogados e cidadãos recorrem ao órgão em busca de informações para estudos ou comprovação de direitos. Para garantir a longevidade dos documentos, mantém um laboratório próprio de conservação e restauro, único em Sergipe.
Ao longo de sua trajetória, passou por três sedes: a primeira na Avenida Visconde de Maracaju (1985-1997), a segunda no Fórum Des. Vasconcelos, hoje Palácio Sílvio Romero/Memorial do Poder Judiciário (1997-2004), e a atual no Centro Integrado I, bairro Capucho, desde 2005. Atualmente, é estruturado em três divisões: Recuperação e Consulta Documental, Avaliação Documental e Memória Judiciária, assegurando gestão técnica e transparente do acervo.
Os números revelam a dimensão do trabalho: quase 160 mil caixas sob custódia e, apenas em 2025, mais de 16 mil processos judiciais recebidos, cerca de 13 mil processos históricos classificados e aproximadamente 20 mil avaliados para destinação final. No mesmo período, foram trabalhados oito editais de eliminação, realizadas dez visitas técnicas de instituições como Arquivo Nacional, TJMA, UFS, TRE-SE, entre outras, e atendidas mais de mil solicitações de processos por unidades judiciais.
Para a chefe do Arquivo-Geral do Judiciário, Ana Cristina Machado Silva, a história do Arquivo Judiciário é marcada pelo trabalho de excelência e pelo empenho dos servidores. “O Arquivo é um espaço vivo, que se reinventa para cumprir sua missão. Preservar documentos é preservar direitos, é manter viva a história do Judiciário e, por consequência, a história de Sergipe”, destaca.
Esta ação está diretamente alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). São eles:
nº 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes)
nº 17 (Parcerias e Meios de Implementação)
Por: Tribunal de Justiça de Sergipe
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