Parabéns, José Raydan pelos seus 16 anos, parabéns pelos 6 anos
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21 de dezembro de 1995
O distrito de Folha Larga, atual José Raydan, surgiu em 1885, quando ali chegaram três irmãos vindos de Minas Novas(região do Jequitinhonha e Mucuri): Antônio Pinto Ribeiro, Egídio Pinto Ribeiro e Benvindo Pinto Ribeiro. Eles optaram por procurar outras terras por causa do declínio da mineração, o que fez com que muitos adentrassem o sertão mineiro.
Data de 02 de junho de 1891, o primeiro documento que trata da localidade de Santo Antônio da Folha Larga, seu primeiro nome. Trata-se de um documento de doação de terras para a formação do povoado. A doação das terras foi realizada por Romualdo Honorato Ramos e sua esposa Maria Ferreira Lamacha; Joaquim Rodrigues da Silva e sua esposa Maria José de Oliveira; Romualdo Honorato Teodoro e sua esposa Maria Ferreira de Jesus e Egydio Pinto dos Santos.
Os primeiros habitantes que ali viveram foram : Minervino Veiga, Quintino Medeiros, Ali Camilo, Sinadaris Aredis, José Camilo, Maximiano de Oliveira, Antônio Ferreira Pires, Minervino Bernardes, entre outros.
Posteriormente o nome do povoado foi reduzido para "Folha Larga", não sendo possível determinar quando isso ocorreu. O nome Folha Larga é segundo a tradição local, originado no fato de três viajantes, ao passar pelo povoado ainda sem nome, apearem de seus cavalos para tomar água em uma mina no caminho. Não dispondo de copos, utilizaram algumas folhas de uma árvore conhecida como lariba.
O povoado recebeu a nomenclatura atual, José Raydan, pela Lei nº 1.039 de 12 de dezembro de 1953, em homenagem ao fazendeiro sírio naturalizado brasileiro que ali viveu, benemérito e político influente na região.
Os primeiros moradores vieram de outras cidades, da região do Vale do Rio Doce e Mucuri, como Teófilo Otoni, Entre Rios, Serro, São José do Jacuri e Diamantina, morando em casas de capim e taquara. As dificuldades para sobrevivência eram muitas, sendo necessário ir a cavalo ou a pé, percorrendo longas distâncias, para adquirir alimentos.
As primeiras estradas foram abertas por eles, em sistema de mutirão.
Segundo depoimento colhido do Sr. Honório Pinto Ribeiro, nascido
A cidade, segundo relatos dos moradores, ficou um tempo considerável sem templo religioso, sendo o mais próximo na cidade de Santa Maria do Suaçui. A atual construção, localizada na Praça Cônego Lafaiete, teve seu início em 13 de maio de 1970, sendo benta a 05 de agosto de 1971 pelo Arcebispo Metropolitano de Diamantina.
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